Foto: Caio Cézar

Sobre o artista

Claudio de São Plácido Brandão, o Brandão, é um fotógrafo experiente que atua em Santa Catarina. Um dos principais responsáveis, junto com outros nomes como do amigo e parceiro de muitos anos Sérgio Vignes, pela profissionalização da fotografia para publicidade produzida no Estado – colocando-a, na década de 80, no patamar da produção do eixo Rio-São Paulo -, considerado, no bom sentido, um obsessivo por qualidade e mestre de muitos profissionais, o fotógrafo e professor Brandão é, além de tudo, um dedicado estudioso. Seu interesse pelo papel social da fotografia está diretamente ligado ao seu interesse pelo mundo, pela construção das representações sociais e políticas. Doutor em Design e Sociedade pela PUC do Rio de Janeiro, atualmente é professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e pesquisa Poéticas do Urbano, trabalhando a integração entre estudos acadêmicos e os pesquisadores afins às dinâmicas urbanas contemporâneas.

Era menino, uns 12 anos, quando ganhou a primeira câmera: uma Kodak Rio 400. Era 1965 e a Kodak lançava a primeira câmera produzida no Brasil, cujo nome homenageava o IV centenário da cidade do Rio de Janeiro. Aquele presente que unia história e fotografia talvez tenha sido um presságio para o gosto por entender o papel da imagem na sociedade que o garoto viria a desenvolver. Com ela, Brandão já brincava e testava os limites da imagem: botava um binóculo na frente da lente, fotografava com slide e desenhava em cima. Criava. O jovem foi primeiro para a engenharia, sua graduação, mas o paranaense, que mudou-se para Florianópolis com dois anos de idade e que foi estudar engenharia no Rio Grande do Sul ganhou da mãe mais uma câmera. Era um presente para registrar as imagens da filha. Era 1977. A Konica presenteada pela mãe deu o start que faltava para a decisão: não parou mais de estudar e pensar fotografia, no começo como hobby e depois, a profissão para sempre.

Ao voltar para Florianópolis, encontrou um campo fértil e companheiros no grupo Fotógrafos e Imagens. Eram nomes como Walmor de Oliveira, Pedro Troncoso, Pedro Alípio e outros. Expandiu conhecimentos coletivamente e, mesmo fazendo mestrado ainda na área da engenharia, encaminhou-se para a área da imagem. E a escolha foi para uma área bastante técnica: a fotografia de estúdio. “Acho que tinha relação com uma necessidade minha de entender todos os aspectos da minha fotografia, como tudo funcionava”, conta. Resultado: o estúdio montado por ele, na época em parcerias e hoje autônomo, é referência de qualidade e apuro técnico. Desde o começo, quando ainda nem se pensava em Photoshop, quase 30 anos atrás, a marca é essa. Um homem de fala mansa que faz muita coisa: ganhou prêmios, especializou-se, é apaixonado por fotografia de arquitetura e arte e sempre viaja para conhecer mais, coleciona câmeras (a Rio 400, a primeira, está lá na coleção), ministra oficinas, pesquisa.

Atualmente, além de seguir no seu trabalho na fotografia publicitária e dar aulas, dentro de suas pesquisas Brandão tem se dedicado à produção autoral e, sempre com a mente voltada para o lugar da fotografia no mundo, com uma hipótese na cabeça: “Daqui a algum tempo, alguém vai olhar minhas fotos e dizer ‘era assim que esse sujeito olhava o seu lugar”.

Exposições:

2015 – Exposição coletiva Coletivo Multicor – Intercâmbio de imagens, no Instituto Internacional Juarez Machado, Joinville/SC.

2014 – THE IMAGE 2014, Fifth International Conference on The Image – Exposição

2014 – Descolagens. Fotografia. Exposição Florianópolis.

2014 – Exposição coletiva Coletivo Multicor – Intercâmbio de imagens, no Museu da Escola Catarinense, Florianópolis/SC.

2014 – Duna Feira de Arte. Fotografia. Florianópolis

2013 – Santa Catarina em Preto e Branco. 2013. Fotografia.

2013 – Fotografia(s) Contemporânea Brasileira: Imagens, Vestígios e Ruídos.

2011 – Festival de Fotografia Floripa na Foto.

2011 – Na Fotografia. Exposição.

2010 – Advertising Invertising Florens.

2006 – Poéticas do Urbano: A cidade não pára.

2000 – Brandão 15 anos de fotografia na publicidade.

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Série Ferro Velho Brandão Ano 2007 A célebre frase de Karl Marx “tudo que é sólido desmancha no ar” conduz o olhar de Brandão na compreensão dos vestígios do tempo. As séries Ferro Velho, Descolagens e Explorações Urbanas compõem o registro do que um dia foi valorizado, admirado, idolatrado e que o tempo desfez, descartou, abandonou. Imagens captadas em filme de médio formato ou câmera digital com rigor e precisão técnico-estética marcam a trajetória do artista…
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Série Ferro Velho Brandão Ano 2005 A célebre frase de Karl Marx “tudo que é sólido desmancha no ar” conduz o olhar de Brandão na compreensão dos vestígios do tempo. As séries Ferro Velho, Descolagens e Explorações Urbanas compõem o registro do que um dia foi valorizado, admirado, idolatrado e que o tempo desfez, descartou, abandonou. Imagens captadas em filme de médio formato ou câmera digital com rigor e precisão técnico-estética marcam a trajetória do artista…
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