Foto: Celia Antonacci

Sobre a artista

Uma caixinha de sapatos cheia de retratos antigos: o início de uma trajetória. Andrea era criança e passava horas namorando aquelas fotografias, que eram raras, pois os pais não tinham máquina fotográfica. Olhava os rostos, imaginava suas vidas, suas histórias. Aos 11 anos, com uma câmera nas mãos pela primeira vez, saiu fazendo retratos: era a referência que tinha. Quando começou o curso de artes plásticas na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), o interesse pela fotografia ganhou potência: “Fui tomada pela magia do laboratório, pela experiência de ver a imagem surgindo em um pedaço de papel. A partir daí, nunca mais parei de fotografar”.

É na experiência do encontro que situa-se o centro de suas práticas e pesquisas artísticas. “É a partir das trocas com o outro que procuro levantar questões sobre a existência humana e suas relações com o mundo”, conta. O interesse pelas pessoas levou-a ao mestrado em antropologia que, depois, desdobrou-se em doutorado, desenvolvido em cotutela de tese entre a Université Paris VII e a UFSC. Uniu Florianópolis, sua terra natal, e Paris. Ministrou oficinas e trabalhou em projetos vinculados a grupos de pesquisa. Seguiu também fotografando e participando de eventos como o Auckland Festival of Photography, na Nova Zelândia, e de cursos na França, onde fez pós-doutorado. Foi contemplada com o Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais 2013, do Ministério da Cultura do Brasil, com o Prêmio UPP/Dupon Découverte 2012, na França, e com o Prêmio de Melhor Narrativa Fotográfica/Seminário Internacional Fazendo Gênero de 2006.

“(in) Segurança”, um de seus projetos, desenvolvido em Florianópolis em parceria com a antropóloga Marta Magda Antunes Machado, é exemplo do diálogo entre a fotografia (enquanto objeto artístico) e a antropologia: “Está em uma zona de fronteira. Nessa série, a fotografia, mostra, aponta, documenta, é uma fotografia direta, sem artifícios, cujo objetivo é comentar e provocar questionamentos. As impressões captadas pelas lentes da máquina buscam questionar o caráter natural dos indivíduos conceberem os aparatos de proteção no seu cotidiano, e, consequentemente, sua presença no mundo e as relações sociais mediadoras dessa presença”.

Em O Galerista, Andrea apresenta imagens da série “Cartas do Campo”, realizadas em áreas de reforma agrária, durante diversas viagens ao interior de Santa Catarina. Algumas destas imagens são inspiradas no que o fotógrafo estadunidense Walker Evans chamava de “arranjos inconscientes”: são coisas que estão dadas, aguardando a passagem do fotógrafo, como se tivessem sido preparadas para serem fotografadas.

 Exposições:

2015 – Exposição coletiva Encontros da Imagem, Festival de fotografia de Braga, Portugal.
2015 – Exposição coletiva Mostra SP de Fotografia, São Paulo/SP.
2015 – Exposição coletiva Tessituras Contemporâneas , no Instituto Internacional Juarez Machado, Joinville/SC.
2015 – Exposição coletiva no Focus Photography Festival, Mumbai, Índia.
2015 – Exposição coletiva no 1st Sino-Latin American Symposium, University of Nottingam, Ningbo, China.
2015 – Exposição coletiva no 5° Festival de Fotografia de Tiradentes, Foto em Pauta, Tiradentes/MG.
2014 – Exposição coletiva na Gallery FAB, University of Missouri, Saint Louis, USA.
2014  – Exposição coletiva no Museu de Arte de Blumenau – 11° Salão Elke Hering – Mostra Nacional Contemporânea de Artes Visuais, Blumenau/SC.
2014 – Exposição coletiva Ancien Musée de Peinture de Grenoble – Sur la Route, com Dorothea Lange – Migrant farmers, Grenoble, France.
2014 – Exposição coletiva no 11º Salão Nacional de Fotografia Pérsio Galembeck, Araras/SP.
2014 – Exposição individual Translitorânea, Museu da Escola Catarinense (MESC), Florianópolis/SC.
2013 – Exposição coletiva Fotografia(s) contemporânea Brasileira: Imagens, Vestígios, Ruídos, Museu de Arte de Santa Catarina, MASC, Florianópolis/SC.
2013 – Exposição coletiva Festival Internacional Fazendo Gênero 10, Florianópolis/SC.
2013 –  Exposição individual (in)Segurança, Maison du Brésil – Cité Internationale Universitaire de Paris, França.
2013 – Exposição individual Cartas do Campo, Festival Photaumnales – Ecume du Jour, Beauvais, França.
2013 –  Exposição individual O jogo das paisagens, Galerie de l’Olivier, Ollioules, França.
2012 – Exposição coletiva na Maison des Photographes, Prix UPP Découverte, Paris, France.
2011 – Exposição coletiva no Festival de Fotografia Floripa na Foto, Intervenção Urbana, Florianópolis/SC.
2011 – Exposição coletiva Cidades (quase) invisíveis, Espaço Cultural BRDE, Florianópolis/SC.
2011 – Exposição coletiva no 1° Festival Théo Brandão de  Fotografia e Filmes  Etnográficos, Museu Théo Brandão, Alagoas.
2010 – Exposição coletiva Live Brazil 2010, Brazilian Festival, Wellington, New Zealand.
2010 – Exposição coletiva Auckland Festival of  Photography, Auckland, New Zealand.

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AEICH R$998,00 - R$2.970,00
Série Cartas do Campo Ano: 2012 A série Cartas do Campo, foi realizada em áreas de reforma agrária, durante diversas viagens ao interior de Santa Catarina. Algumas destas imagens são inspiradas no que o fotógrafo estadunidense Walker Evans chamava de “arranjos inconscientes”: são coisas que estão dadas, aguardando a passagem do fotógrafo, como se tivessem sido preparadas para serem fotografadas. As imagens são captadas em câmera analógica de médio formato. Andrea Eichenberger Impressão em papel 100%…
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AEICH2 R$998,00 - R$2.970,00
Série Cartas do Campo Ano: 2012 A série Cartas do Campo, foi realizada em áreas de reforma agrária, durante diversas viagens ao interior de Santa Catarina. Algumas destas imagens são inspiradas no que o fotógrafo estadunidense Walker Evans chamava de “arranjos inconscientes”: são coisas que estão dadas, aguardando a passagem do fotógrafo, como se tivessem sido preparadas para serem fotografadas. As imagens são captadas em câmera analógica de médio formato. Andrea Eichenberger Impressão em papel 100%…
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AEICH3 R$998,00 - R$2.970,00
Série Cartas do Campo Ano: 2012 A série Cartas do Campo, foi realizada em áreas de reforma agrária, durante diversas viagens ao interior de Santa Catarina. Algumas destas imagens são inspiradas no que o fotógrafo estadunidense Walker Evans chamava de “arranjos inconscientes”: são coisas que estão dadas, aguardando a passagem do fotógrafo, como se tivessem sido preparadas para serem fotografadas. As imagens são captadas em câmera analógica de médio formato. Andrea Eichenberger Impressão em papel 100%…
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AEICH4 R$998,00 - R$2.970,00
Série Cartas do Campo Ano: 2012 A série Cartas do Campo, foi realizada em áreas de reforma agrária, durante diversas viagens ao interior de Santa Catarina. Algumas destas imagens são inspiradas no que o fotógrafo estadunidense Walker Evans chamava de “arranjos inconscientes”: são coisas que estão dadas, aguardando a passagem do fotógrafo, como se tivessem sido preparadas para serem fotografadas. As imagens são captadas em câmera analógica de médio formato. Andrea Eichenberger Impressão em papel 100%…
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AEICH5 R$998,00 - R$2.970,00
Série Cartas do Campo Ano: 2012 A série Cartas do Campo, foi realizada em áreas de reforma agrária, durante diversas viagens ao interior de Santa Catarina. Algumas destas imagens são inspiradas no que o fotógrafo estadunidense Walker Evans chamava de “arranjos inconscientes”: são coisas que estão dadas, aguardando a passagem do fotógrafo, como se tivessem sido preparadas para serem fotografadas. As imagens são captadas em câmera analógica de médio formato. Andrea Eichenberger Impressão em papel 100%…
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AEICH6 R$998,00 - R$2.970,00
Série Cartas do Campo Ano: 2012 A série Cartas do Campo, foi realizada em áreas de reforma agrária, durante diversas viagens ao interior de Santa Catarina. Algumas destas imagens são inspiradas no que o fotógrafo estadunidense Walker Evans chamava de “arranjos inconscientes”: são coisas que estão dadas, aguardando a passagem do fotógrafo, como se tivessem sido preparadas para serem fotografadas. As imagens são captadas em câmera analógica de médio formato. Andrea Eichenberger Impressão em papel 100%…
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